12 de jun de 2012

COMPARTILHO ESTE ARTIGO ESCRITO POR JOSE EDUARDO GLAESER QUE SE ENCONTRA NO BLOG DE ANDRE SENA, POR CONSIDERAR O SEU RELATO UMA DEMONSTRACAO DO QUE PODE ACONTECER QUANDO APLICAMOS OS PRINCIPIOS DO CURSO.

O PERDÃO OFERECE TUDO O QUE EU QUERO

Publicado por José Eduardo Glaeser em 06/12/2011


“O que poderias querer que o perdão não possa dar? Queres paz? O perdão a oferece. Queres felicidade, uma mente serena, certeza acerca do teu propósito e um senso de valor e beleza que transcende o mundo? Queres atenção, segurança e o calor da proteção garantida para sempre? Queres uma quietude que não possa ser perturbada, uma gentileza que jamais possa ser ferida, um consolo profundo e duradouro e um descanso tão perfeito que jamais possa ser transtornado?
O perdão te oferece tudo isso e mais.” (UCEM – LE – Lição 122)

O sol e o sal

Hoje estou fazendo esta lição do Livro de Exercícios. Amanheci disposto a receber tudo que o perdão tem a me oferecer. Estou durante o dia em um estado de humor muito especial com minha esposa, e isso é muito bom. Encontrei com um “desafeto” no mercado e apenas cumprimentei-o de maneira gentil. Ele me olhou com modos de gentileza também, então sorriu de volta, decerto que um pouco desajeitado, talvez pelo inesperado daquele novo estado de mim. Mas ele não tem culpa, ninguém tem culpa, na verdade, a culpa sequer existe. Minha vontade é perdoar o mundo, pois o mundo perdoado é um lugar diferente, no qual se vê apenas o visto. Nada pode pertubar a paz do Filho de Deus, pois ele é um com Ele. Hoje, por exemplo, passando de carro pela av. Miguel Sutil, vi um sujeito do outro lado da rua, na outra mão. Ele estava maltrapilho, por ofício de mecânico; era um homem barbudo e estava folheando alguns papéis. Eu estava parado no trânsito por conta do engarramento. Então, olhando para o homem, apenas pensei: “eu te perdoo, meu irmão”U. Eu ainda olhava para ele, embora ele não me visse. Então, inadvertidamente, percebi que o homem começou a fazer sinal de positivo com a mão — punho fechado e polegar em riste — para os carros que passavam, e seu sorriso era gentil, e era para todos os carros! Eu, quando vi esse resultado, confesso que me assustei, pois sou um aprendiz, então percebi que o homem desfez o sorriso, baixou a mão e voltou a manipular seus papéis com seus modos de antes. Concluí que devo perdoar e sustentar o perdão, justamente pela alegria de ser grato. Isso estou aprendendo. Te amo.


COPIADO DO SITE DE ANDRE SENA 

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